O livro está concluso em minha mente
e pronto a ser transcrito ao papel.
Enfermo que o derrame entrevou,
assim eu sinto o escritor em mim.
Maldita a melancólica Opressora,
que a décadas mantém-me aprisionado,
deixando-me a consciência livre,
sofrendo pelas minhas frustrações.
De mim são fogo-fátuo estes versos,
lampejo de mi’a vida sepultada,
coberta pela cal deste desânimo.
Cataléptico em vida enterrado,
eu luto em minha tumba pela luz
que mi’a Arte afinal libertará.
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