Nas madrugadas insones
em que o silêncio domina,
escuto nitidamente
o suave canto das musas
e deixo que as minhas mãos
por elas sejam guiadas.
E assim, da pena e papel,
os versos vão emergindo
da mesma fonte da arte
que outrora outros beberam,
tornando, assim, a Poesia
das artes a mais perene,
pois faz, de todos poetas,
um só Poeta da vida.


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