Sempre que a noite se aproxima
Um medo incerto me aflige,
Pois não sei qual a escuridão
Gela-me a alma e o coração.

Será do escuro e seus fantasmas?
Do meu interior e sombras?
Do último cerrar de olhos
Temendo que haja só o breu?

Pequena luz acesa à noite
Quebra o domínio das trevas,
Acalma-me alma e coração,
Fitando-a durmo qual criança.


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