Quantos zumbis iguais a mim há neste mundo?
Correndo os olhos, eu os vejo em profusão.
Acaso somos todos frutos deste tempo?
O que nos fez, embora vivos, incapazes
de vivermos o que Deus sonhou para nós?
Por que sentimos nosso corpo e mãos atados?
O que suga de tal maneira as nossas forças,
que nossas vontades lhe estão submetidas?
Mais cativos que no Egito ou em Babilônia,
aos milhares encontramo-nos neste mundo.
Quando, ó Deus, virás em socorro libertar-nos?



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