a Florbela Espanca
Estavas enganada, ó Florbela,
quando tu escreveste “Vaidade”.
Pensavas não ser nada de teu sonho
De ser aquela Poetisa eleita.
Teu nome hoje ressoa pelo mundo
por versos em tua Língua Portuguesa.
Teu sonho foi enfim concretizado:
Poetisa és por toda a imensidade.
Também sonhei um dia ser poeta
e em versos ser u’a luz a tantas almas.
Meu tempo se encaminha ao seu final
e, eu sim, descubro-me na vida um nada.
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