Contemplando
do deque o Oceano
Atlântico,
imenso, ondulante,
batendo
contra a nau que avança plácida,
espumas
brancas são lançadas longe,
o azul
escuro quebra-se em celeste.
Olhar
p’ra tal grandeza me levou
a
recordar os bravos lusitanos,
que em
frágeis naus cruzaram estes mares,
a
conquistar o mundo a Portugal,
deixando
sua marca em terras outras.
Refaço
uma rota em segurança,
cruzando
os mesmos mares que outrora
tragaram
tantas vidas e seus sonhos,
em
busca de sentido à minha vida,
no
intento de meus sonhos realizar.
Aqueles
que cruzaram estes mares
fizeram-no
em nome de sua pátria,
gravando
tantos nomes na História.
Ante a
história e o imenso oceano,
Sinto-me um nada e mi’a vida sem sentido.
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