Eu me deito, e olhando o branco teto,
vêem-me sonhos e desejos de fazer
tanta coisa, realizar tantos projetos,
postergar a minha vida em minhas obras.
Mas o corpo não responde à minha mente
E prostrado permaneço dia-a-dia.
Quando jovem, eu sonhava o meu futuro.
No futuro, que é hoje, ‘inda estou quedo.
Que doença, desde a minha juventude,
me constrange a ação, me paralisa?
Tenho medo de voltar para o Senhor
co’o talento dado a mim, quiçá, desgasto!
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