Foi minha mãe
quem falou-me de outra mãe
e me ensinou
a rezar a Ave Maria,
a confiar
minha vida à Mãe de Deus,
a ser um filho
da que concebeu Jesus.
Morreu minha mãe
e eu fiquei ‘inda mais órfão,
pois me afastei
de Maria, a Mãe querida.
Vaguei no mundo
crendo numa ilusão:
que eu seria
tudo o que eu quisesse ser.
Fui enganado:
não fui tudo o que eu queria.
Eu me frustrei,
perdi da vida o sentido.
Um dia entrei
numa igreja p’ra rezar
e lá encontrei
outra vez a Mãe Maria.
Senti-me amado,
filho pródigo que torna.
E a Mãe de Deus
levou-me de volta ao Filho,
para eu fazer
tudo o que Ele me dissesse.
Reencontrei-me:
sou o que devia ser.
Hoje sou filho
de Deus Pai e de Maria
e eu proclamo
a uma voz com a Igreja:
Virgem Maria
és a Bem-aventurada
entre as mulheres,
Mãe de Deus e minha Mãe.
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