Quem me dera tornar um dia à juventude
e corrigir os tantos erros do passado,
que hoje carrego como fardo tão pesado
na consciência ou no corpo se saúde.

Quando ainda jovens nos julgamos imortais,
seres imunes ao perigo e à ação do tempo,
inconseqüentes e impacientes ao contratempo,
vivendo as vaidades como perenais.

A maturez concede-nos sabedoria
e um olhar de compaixão sobre o passado,
quando fizemos deste mundo idolatria.

Porém o feito já está feito e encerrado,
as conseqüências vêm à nossa revelia,
só nos restando a paciência ante o imudado.

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