Encontro-me de ânimo abatido
sem forças pra viver o que me resta;
a força abandonou todo o meu corpo,
perdidos vagam meus olhos opacos.
Forçado, realizo o necessário;
Cansado, domina-me a sonolência;
Deitado, incomoda-me a insônia;
Vagando, custa a noite a passar.
Idéias morte encontram na apatia
Mi’alma, prisioneira a um corpo insano,
a liberdade clama entre lágrimas.
Se a redenção da alma é a minha morte,
vantagem alguma traz-lhe tal liberdade
que cessa o engenho do poeta.
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